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Fábio Magalhães participa do encerramento da exposição Resistir é Preciso…, em Belo Horizonte

Fábio Magalhães participa do encerramento da exposição Resistir é Preciso…, em Belo Horizonte

Curador da mostra, Fabio Magalhães deu verdadeira aula sobre a arte dos anos 60 e 70 no Brasil

Em 28 de julho, data de encerramento da exposição Resistir é Preciso… na capital mineira, o curador da mostra, Fabio Magalhães, conselheiro do IVH,  fez palestra sobre a Resistência Contra a Ditadura Nas Artes Nas Décadas Dos Anos 60 e 70, seguida por um bate-papo, no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. O evento contou com a presença de 60 pessoas.

Fábio Magalhães, que entre outras atividades já foi curador-chefe do MASP e diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, foi o responsável por reunir o acervo da mostra Resistir É Preciso…. Segundo o curador, a palestra de encerramento foi como um depoimento de quem viveu a época da ditadura, abordando a relevância de todas as formas de expressão artística da época, incluindo teatro, cinema, música, literatura, pintura e fotografia.

Os três momentos vividos pela arte durante o período da ditadura serviram de inspiração para a palestra. O primeiro se passa logo após o golpe de 1964, quando os artistas ainda dispunham de certa liberdade de expressão e a arte foi rica em protestos nos mais diversos segmentos. O segundo momento está relacionado aos anos mais críticos da ditadura, que aconteceram durante o governo do general Emílio Médici (1969 a 1974), em que a produção artística foi quase dizimada devido à repressão violenta. Já o terceiro período narra a luta pela redemocratização após o hiato de cinco anos na produção artística.

Durante a palestra, Magalhães abordou também o conceito de contracultura e de como o movimento eclodiu no mundo todo ao mesmo tempo. “Enquanto os americanos tinham o movimento hippie e o ideal do fim da guerra do Vietnã, nós lutávamos contra a ditadura militar brasileira. Muitos países foram tomados por jovens que queriam a queda dos bons costumes e do falso moralismo, e isso influenciou as artes em geral pelo mundo”, explica o curador enquanto destaca a cantora e compositora Rita Lee como uma das personalidades brasileiras que mais representaram o movimento no país.

O encerramento da exposição Resistir É Preciso… contou, ainda, com um bate-papo com Fábio Magalhães ao final da palestra, abrindo espaço para que curiosidades e muitas histórias preenchessem o imaginário dos que não viveram aquela época, juntamente com lembranças daqueles que sobreviveram a esse capítulo da História brasileira.

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