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“Respeitar é Preciso!” será implementado em Araraquara

“Respeitar é Preciso!” será implementado em Araraquara

Projeto de educação em direitos humanos passará a fazer parte das atividades de escolas da rede de ensino da cidade do interior paulista.

Clélia Mara Santos (Secretária de Educação de Araraquara), Ana Rosa Abreu (Diretora de Projetos Educacionais do Instituto Vladimir Herzog), Maria Fernanda Luiz (Coordenadora Executiva de Direitos Humanos de Araraquara), Alexandre Luiz Martins de Freitas (Coordenador Executivo de Educação Básica de Araraquara) e Neide Nogueira (Coordenadora de Projetos Educacionais do Instituto Vladimir Herzog) firmaram o acordo que levará o “Respeitar é Preciso!” para Araraquara.

O programa “Respeitar é Preciso!”, desenvolvido pelo Instituto Vladimir Herzog para construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas, será implementado, a partir de fevereiro de 2018, em escolas da cidade de Araraquara, no interior de São Paulo. O acordo foi firmado na última quarta-feira, pela Secretaria de Educação do município e pela equipe do Vlado Educação.

Para Ana Rosa Abreu, diretora de projetos educacionais do Instituto Vladimir Herzog, a novidade revela o sucesso obtido pelo programa durante os últimos três anos, período em que ele foi adotado por toda a rede municipal de ensino de São Paulo: “Levar o ‘Respeitar é Preciso!’ para outras cidades é um dos principais objetivos do Instituto e temos certeza de que, a partir de Araraquara, inauguraremos uma fase importante de expansão da cultura em direitos humanos nas escolas de todo o país”.

O projeto
Criado em 2014 pelo Instituto Vladimir Herzog em parceria com as Secretarias de Direitos Humanos e Cidadania e de Educação do município de São Paulo, o projeto “Respeitar é Preciso!” visa à formação de educadores para construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas.

Um conjunto de cinco cadernos e um portal na internet abordam o ensino de valores, que são aprendidos nas experiências de vida e, portanto, em tudo o que acontece no cotidiano das unidades escolares. O material propõe que, além do trabalho educativo com os alunos, os educadores façam uma reflexão sobre aquilo que a comunidade escolar – composta por crianças, adolescentes e adultos – vive nas escolas e a convida a promover mudanças que transformem as unidades de ensino em espaços de educação em direitos humanos.

Em 2015, o projeto foi distinguido com a menção honrosa no Prêmio de Direitos Humanos, concedido pelo Governo Federal, e teve significativa repercussão na mídia e entre os educadores.