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SESC de Petrolina sedia peça em homenagem a Vladimir Herzog

SESC de Petrolina sedia peça em homenagem a Vladimir Herzog

O TPA estreia seu décimo segundo espetáculo teatral! Com o desafio de contribuir para a reflexão e o debate em torno de fatos que marcaram a História recente do nosso país!

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE GLAUCO HOROWITZ: PATÉTICA!, texto premiado do autor João Ribeiro Chaves Neto, estará em cena no palco do Teatro Dona Amélia, do SESC, no período de  08 a 23 de Novembro (sábados e domingos), às 20:00 horas.

A peça conta a história do Jornalista Vladimir Herzog, desde a fuga da família para livrar-se da perseguição nazista na Europa à sua morte nos porões da ditadura militar no Brasil, as mentiras forjadas para encobrir as responsabilidades dos seus algozes, a repercussão do caso junto à sociedade civil, em seus mais diversos segmentos, impulsionando a luta pela redemocratização do nosso país. Há consenso entre jornalistas e historiadores em apontar o Caso Herzog como o momento de “virada” e unificação de todos os setores oposicionistas contra a ditadura.

Nas proximidades de se completar 40 anos do assassinato do Jornalista Vladimir Herzog, nele imbuídas todas as circunstâncias de tortura e violação dos direitos humanos no Brasil numa época extremamente difícil para a sociedade civil brasileira, e no ano em que se registra os 50 anos do Golpe Militar de 1964,  acreditamos ser de fundamental importância a divulgação e debate de tal acontecimento, para que se traga à luz essas informações aos olhos das gerações atuais, e essas possam refletir sobre a imperiosa importância de defender os Direitos do Homem, de denunciar os abusos e interferir para que acontecimentos semelhantes não voltem a acontecer.

Para a sessão especial de estreia do espetáculo, na noite do dia 08 de novembro próximo, após a peça acontecerá uma palestra e debate, contando com as presenças ilustres de IVO HERZOG (Diretor Executivo do Instituto Vladimir Herzog, de São Paulo e filho de Vladimir Herzog) e CARLOS AUGUSTO MARIGHELLA (Membro do Comitê Estadual contra a Tortura do Estado da Bahia e filho do militante político Carlos Marighella, também morto pela ditadura militar em 1969).