Mulheres… Um Canto de Resistência

Mulheres… Um Canto de Resistência

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O evento realizado de 13 a 15 de novembro, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo, homenageou as mulheres de todo o mundo, com repertório interpretado por artistas nacionais e internacionais

Em parceria com o Itaú Cultural e a Caixa, o Instituto Vladimir Herzog realizou o concerto “Mulheres… Um Canto de Resistência”, com ensaio aberto ao público no dia 13 e apresentações nos dias 14 e 15 de novembro, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo. O tributo contou com as vozes das brasileiras Fabiana Cozza, Cida Moreira e Áurea Martins, além da palestina Mariam Tamari e da chilena Annie Murath, apoiadas pelo Coro Luther King.

Com narração da atriz Clarisse Abujamra e sob direção artística do maestro Martinho Lutero Galati, o concerto reverenciou as mulheres por meio de canções, fotos das homenageadas, textos bem interpretados e um número de dança. A direção de cena ficou por conta de Naum Alves de Souza, que concretizou essa estética harmoniosa, destacando os artistas e a mensagem. No ensaio do dia 13, as presenças especiais de Bibi Ferreira e de Mônica Salmaso ampliaram ainda mais a plenitude do concerto.

Além das canções de Chico Buarque de Hollanda, Heitor Villa-Lobos, Edu Lobo, João Bosco, Miriam Makeba, Victor Jarra e Violeta Parra, o repertório também contou com a obra “Bachianas Brasileiras nº1 e nº5” de Heitor Villa-Lobos, interpretadas pelo grupo feminino Cello In Concert.

Em apoio à iniciativa, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, compareceu no sábado para prestar agradecimentos, enfatizando a importância do evento. O desembargador federal Márcio José de Moraes, responsável, quando ainda juiz, pela sentença que condenou a União pela tortura e assassinato de Vladimir Herzog, também esteve presente, sendo intensamente aplaudido.

Com elenco culturalmente rico e diverso de talentos, “Mulheres… Um Canto de Resistência” reconhece as lutas das mulheres contra a violência e a segregação e pelo direito à vida e à liberdade. Uma homenagem que apenas foi possível graças ao apoio dos patrocinadores: Alcoa, Ambev, Fundação Arymax, Banco do Brasil, Banco Safra, BNDES, Bradesco, CAIXA, Center Norte, Fundação CESP, Correios, CSN, FordFoundation, Fórum das Américas, Instituto Camargo Corrêa, Organizações Globo, Odebrecht, Sabesp, Petrobras, Souza Cruz e Syngenta que, ao lado de outras empresas, ajudam o Instituto Vladimir Herzog a viabilizar a realização de iniciativas como essa, sempre em prol dos direitos humanos.

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